A Casa na Disney mostrou para você, diferentes curiosidade sobre Orlando, a cidade mágica da Flórida. Este é o 5° e ultimo post da série. Mais cinco curiosidades para você ficar por dentre de tudo que acontece em Orlando!
1- Os golfinhos da Discovery Cove comem em média de 8 a 10 quilos de peixes por dia. O parque apresenta um programa de reprodução da espécie nariz-de-garrafa.
2- O espetáculo da Shamu teve início em 1966. De lá pra cá, a baleia já estrelou muitos programas de TV e filmes, como Os Simpsons, Dr. Dolttle 2, Tubarão 3. Em 2011, o show passou a se chamar One Ocean.
3- Com 36 toboáguas, seis rios, piscinas, grutas, cachoeiras e cerca de 7 mil m² de praias, o Aquatica tem seus cenários inspirados nas paisagens da Nova Zelândia, Austrália e Nova Guiné.
4- O Vehicle Assembly Building, parte do Kennedy Space Center, é o maior prédio do mundo em termos de volume interno. Seu pé-direito é tão alto (160 metros) que nuvens de chuva podem se formar dentro da estrutura.
5 – O monumento que se eleva a 39,4 metros sobre a entrada principal da Island of Adventure foi inspirado no Farol de Alexandria, no Egito – uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo -, construído em 350 a.C. e destruído por um terremoto no século XIV.
Chegamos ao fim da série: Curiosidades sobre Orlando. Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e séries de Orlando.
No dia 1 de outubro o parque temático Epcot completa 30 anos e a Disney lançou novos produtos para comemorar esta data.
No dia do aniversário do Epcot haverá apresentações no parque, um “momento” de aniversário e muito mais, incluindo um show especial do “IllumiNations: Reflections of Earth”.
Para Elias, a mudança para Kansas City foi outra admissão de derrota. Se Kansas City foi um declínio em relação a Marceline, a casa que fora morar também desapontou. Era tão pequena que, quando os parentes os visitavam, Toy e Walt tinham de ir para o que chamavam de “celeiro”, um abrigo do lado de fora. A única graça para as crianças, lembrou Ruth, era a proximidade do parque de diversões Fairmount, “um mundo encantado em que não se podia entrar”.
E se a cidade e a casa representavam um declínio, o emprego de Elias era ainda mais humilhante. Ele se inscreveu no guia de Kansas City como “guarda-livros”. Na verdade, vendera a fazenda em Marceline e comprara uma distribuidora de jornais em Kansas City. Se Elias se envergonhava ou não de entregar jornais, ou se existiria alguma vantagem comercial nisso, o fato é que inscreveu o filho Roy, de 18 anos, como dono da empresa.
Os clientes pagavam 45 centavos por semana por 13 edições do matutino Times e do vespertino Star, dos quais Elias ficava com 21 centavos – cerca de US$ 31 dólares por semana. A distribuidora não era apenas um meio de ganhar a vida – ela se tornou o estilo de vida dos Disney, já que tudo o mais estava subordinado à entrega dos jornais.
Com apenas nove anos de idade, Walt ficava preso à distribuição dos jornais. Nos dias de semana, levantava-se cedo, no escuro, para pegar sua cota de 50 exemplares e entregá-los no primeiro ano a pé, no segundo, de bicicleta. A principio, Walt ficou entusiasmado com a distribuição de jornais. Disse que gostava de ver os homens que cuidavam dos lampiões de rua desligarem o gás todas as manhãs enquanto ele entregava os jornais e acendê-los novamente durante a tarde. Mas seu entusiasmo se evaporou rapidamente. O star concedera a distribuição a Elias com relutância, temendo que estivesse velho demais, e ele estava ansioso para não desapontar o jornal.
Walt Disney tinha de subir o caminho da entrada de todas as casas até a porta. Às vezes, um cliente não via o jornal entre as duas portas, e Elias tinha de mandar Walt entregá-lo novamente. Foi pior depois que Roy se graduou no secundário e largou a entrega de jornais para trabalhar em um banco, e Walt assumiu a clientela do irmão. Elias contratou vários outros garotos, mas, com frequência, não eram confiáveis e, uma vez mais, Walt era despachado para entregar os jornais nas casas que os garotos haviam ignorado, e foi assim que convenceu o pai a lhe dar uma bicicleta.
A esse cenário de trabalho duro à Dickens (escritor inglês que retratou as duras condições de trabalho de mulheres e crianças durante a Revolução Industrial na Inglaterra) somava-se o fato de que Elias ficava com o dinheiro que Walt ganhava vendendo seus próprios jornais no bonde e o investia, de forma que, além de tabalhar como entregador da farmácia, o garoto começou a trabalhar em uma loja de doces durante as férias para ganhar dinheiro e comprar mais jornais para vender sem o conhecimento de Elias. ” O resultado é que trabalhava o tempo todo”, Walt Disney disse a um entrevistador. “Quer dizer, eu não tinha uma hora em que pudesse brincar”. Qualquer folga que tinha para brincadeiras era roubada a entrega de jornais.
Além da opressão do roteiro de entrega dos jornais, havia a humilhação de, ao menos no início, ela mal prover dinheiro suficiente, forçando os Disney a complementar sua renda. Durante o verão, Walt também entregava entradas de cinema e vendia sorvete no roteiro, e Elias combinou com os laticínios McAllister, de Marceline, que lhe enviassem manteiga e ovos, para que fossem revendidos para os clientes de jornal. E, quando estava muito doente para fazer entregas, Elias fazia Walt faltar à escola para que ele e Flora cumprissem as entregas.
Escola Benton, onde Walt Disney estudou – Kansas City
Elias sempre pagava suas contas em dinheiro e nunca devia dinheiro a ninguém, e tentou impor aos filhos a mesma austeridade financeira. A frugalidade, a disciplina, o silêncio e a recriminação sempre foram componentes da personalidade de Elias Disney, orgulhava-se de sua moralidade severa. Walt considerava o pai tão distante e teimoso que mal falava com ele. Como observou um colega de infância de Walt: “Toda a família Disney me parecia distante e inflexível”.
Em Kansas City, no entanto, Elias tornou-se ainda mais mal-humorado e indiferente. Ele, já com 55, anos, perdia suas forças. O declínio também podia ser visto em seu estado de espírito. Desistiria do violino, sua única diversão, quando cortou a mão em uma corda e não conseguiu mais segurar o instrumento. Walt dizia que o temperamento de Elias era “violento” e que não se podia discutir com ele sem desafiar sua ira.
Elias parecia ainda mais zangado após a mudança, e depois de outro desapontamento, e Walt, ao menos de seu próprio ponto de vista, tornou-se o principal alvo da raiva do pai. De fato, à medida que crescia, Walt Disney se tornava a antítese de Elias Disney, quase como se forçasse a si mesmo a ser assim como uma forma de rebelião. Enquanto Elias era tristonho, Walt, apesar de suas dificuldades e queixas, era alegre. Não era apenas o espírito brincalhão de Walt que contrastava com a severidade do pai. Enquanto Elias trabalhava duro e era dominador, Walt era cheio de entusiasmo. Até Elias concordava que Walt “fazia o que queria sem nunca pensar nas consequências. Sempre tocava suas ideias adiante quer dispusesse de meios ou não”. Roy dizia que Walt sempre dava toda a sua atenças à pessoa com quem estivesse falando, o que “passava a impressão de um profundo interesse pessoal”
Quebrado de tanto trabalhar, Elias era agora derrotado dentro da família também. Walt nunca foi próximo de Herbert ou Ray, que haviam deixado a casa paterna anos antes, embora ambos vivessem em Kansas City, e se referia a eles como “estranhos para mim durante toda a minha vida”. Roy e Walt desenvolveram uma relação muito íntima, tão próxima que Walt parecia vê-lo menos como irmão que como um pai substituto, confiando nele como nunca poderia confiar em Elias. Roy assumia de boa vontade o papel de pai, sentindo-se tão próximo de Walt quanto este se sentia dele.
Walt encontrava alívio fora da família, duas portas acima na rua. Os Pfeiffer eram, segundo Walt Pfeiffer, “a verdadeira família” de Walt. Na verdade, os Pfeiffer “adotaram” Walt, que escapou para dentro dessa família. Walt conheceu Walt Pfeiffer no quinto ano da escola Benton, antes mesmo que os Disney tivessem se mudado para o mesmo quarteirão em que viviam os Pfeiffer.
Na casa dos Disney, Elias, achando que Walt se tornaria músico, insistia em lhe dar aulas de violino e lhe dava um tapa no ombro quando o filho errava. Mas o que era motivo de punição na casa dos Disney, era razão de alegria na casa dos Pifeffer. A irmã de Walt Pfeiffer, Kitty, tocava piano enquanto os outros cantavam, e acompanhavam seu irmão e Walt quando os dois encenavam seus quadros cômicos. No quinto ano entrou na sala como Abraham Lincoln. Ele tinha decorado o discurso de Gettysburg para recitar. Deliciado, o professor de Walt disse que ele seria um ator – “porque eu semicerrava os olhos em certas passagens” – e chamou o diretor, que, então, exibiu Walt em todas as salas de aula.
Walt e Disney e Walt Pfeiffer, ambos vestidos de Abraham Lincoln
Logo os “dois Walters maus”, como Pfeiffer e Disney chamavam a si mesmos, estavam atuando rotineiramente na escola. Com o sr. Pfeiffer ensinando-lhes e ensaiando-os começaram a entrar nos concursos de talento realizados no cinema local. Mesmo sendo o ato amadorístico, e aplaudido, tanto pela juventude quanto pelo talento, Walt Disney se viu fisgado pela atuação artística – físgado pelo prazer de representar, como fora fisgado em Marceline pelo reconhecimento de seu talento para o desenho.
Durante a maior parte do seu tempo, no entanto, o jovem Walt Disney estava isolado em seu próprio mundo – longe do roteiro de Elias e da escola. Os Pfeiffe e as representações proviam uma fuga para os aborrecimentos. O desenho continuava a representar outra, mais forte ainda. Ele nunca parou de desenhar. Sempre disposta a encoraja-lo, Daisy Beck, sua professora, fez com que desenhasse cartazes para os eventos escolares, e Walt Pfeiffer disse que Walt começou a fazer anúncios de desenhos animados em painéis de vidro para o cinema Agnes. Desenhava mesmo que nem sempre fosse socialmente aceitável desenhar. “Era meio efeminado um cara desenhar”, admitiu Walt Pfeiffer, mas isso não deteve Walt Disney. Ele desenhava, e desenhava bem para um garoto de sua idade.
E não foi somente na escola Benton que Walt atraiu atenção para sua arte. Ele costumava passar algum tempo numa barbearia, onde desenhava caricaturas preguiçosamente impressionando, o proprietário, Berr Hudson. Mais importante que o dinheiro para Walt, Hudson pôs os desenhos em uma moldura especial e pendurou-os na janela. Até Elas admitiu que os desenhos se tornaram uma atração: “Os vizinhos iam até a loja para ver o que o jovem Disney tinha feito para aquela semana”.
Exatamente quando contemplava a possibilidade de uma carreira como artista e recebia elogios por suas representações, Walt começou a pensar em ser cartunista de jornal. Ele disse ao Kansas City Journal Post quase 20 anos depois. “Eu realmente acho que foi o que iniciou minha carreira de artista”
Um dos desenhos de Walt Disney
Então, Elias Disney escapou novamente. Durante anos vinha investindo seu dinheiro em uma companhia de geleias e sucos de frutas de Chicago, chamada O-Zell. Em março, vendeu o roteiro de entregas de jornais e comprou cotas adicionais da O-Zell, com a companhia, obviamente sentindo que, dessa vez, poderia, finalmente, encontrar o sucesso que fugia dele há tanto tempo. Aos 57 anos, esta seria, quase certamente, a última chance que teria de rivalizar com o irmão. Walt, por sugestão de Roy ou Herbert, assinou um contrato com a Van Noyes Interstate News Company e passou o resto do verão como vendedor de jornais, doces, refrigerantes e tabaco para os passageiros do trem de Santa Fé, na viagem entre Kansas City e Spiro, em Oklahoma. Dois meses depois pediu demissão.
Nessa altura, Roy havia partido. A América entrou na I Guerra Mundial na primavera daquele ano, e Roy ingressou na Marinha apenas 14 dias depois da formatura de Walt, que também foi embora no verão, para reunir-se aos pais em Chicago.
Em Kansas City, Walt Disney não apenas começou a direcionar sua fuga; ele começou a criar a própria indentidade Walt Disney – a ideia de alguém que venceu a pobreza, as dificuldades e a indiferença.
Continua…
Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.
A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre Orlando, a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Há quase 200 campos de golfe na região, o que faz de Orlando um dos melhores lugares do mundo para a prática do esporte. Jogadores famosos, como Tiger Woods e Arnold Palmer, estão sempre por lá. Dá para arriscar algumas tacadas, inclusive, dentro da Disney
2- Quando as sirenes soarem na Island Of Adventure, corra para a área Marvel Super Hero Island. Você verá os X-Men e outros heróis desfilando.
3- O Legoland foi erguido no terreno anteriormente ocupado pelo Cypress Gardens, primeiro parque temático da região, que funcionava como jardim botânico desde 1936.
4- O maior Hard Rock Cafe do mundo está em Orlando e concentra mais peças da memória do rock do que qualquer outro local, incluindo alguns tijolos originais do The Cavern Club, onde os Beatles tocavam.
5- Uma enquete realizada entre os brasileiros definiu que um dos golfinhos do Discovery Cove seria batizado com o nome de Ipanema. Fique de olho no site Casa Na Disney ou no Facebook/casanadisney e siga @CasanaDisney no Twitter para ficar por dentro de todas as novidades e curiosidades de Orlando.
Você está procurando sossego, conforto e tranquilidade quando for a Orlando? Não tenha duvidas, alugue uma Casa na Disney. Leia o depoimento de mais uma cliente satisfeita, onde ela fala do conforto, segurança e atendimento que recebeu em Orlando.
“Como é bom viajar! Melhor ainda é programar as férias e tudo correr conforme o esperado e programado. Foi assim que aconteceu com as nossas férias de Agosto. Viajamos em cinco adultos e duas crianças, claro que não tivemos nenhum problema em decidir qual seria o destino: ORLANDO. Foi a primeira viagem internacional das crianças e por isso optamos em alugar uma casa. O João e o Massimo tem menos de dois anos e seria bacana ficarmos em um ambiente confortável e parecido com as nossas casas, quarto, sala, cozinha e etc….e realmente foi! Alugamos uma casa maravilhosa, os ambientes espaçosos e bem mobiliados, a casa estava impecável, a piscina super limpa, roupa de cama suficiente para todos, bem localizada, o sistema adotado pela agência de retirar a senha para entrar no condomínio muito bacana e seguro, tudo novinho e funcionando …. Resumindo, fomos em Agosto e acabei de enviar um Email solicitando orçamento para voltarmos em Março. Será que nossa viagem foi boa??? AMAMOS tudo! Desde o primeiro atendimento até algumas assistências que foram feitas na casa no período que estivemos por lá. Muito obrigada!”ALBERTINA NASCIMENTO
Clique aqui se você perdeu o primeiro capitulo da série.
Primeiro Capitulo: A Fuga part. 2
Walt Disney se lembraria de Marceline, Missouri. Ele se lembraria dela mais vividamente que qualquer outra coisa de sua infância, talvez mais do que qualquer outro lugar em toda sua vida.
“Marceline foi a parte mais importante na vida de Walt”, disse sua esposa. “Ele não viveu muito tempo lá. Viveu em Chicago e Kansas City por muito mais tempo. Mas havia alguma coisa na fazenda que foi muito importante para ele”. Ele se lembraria da chegada da família – “Eu me recordo claramente de todos os detalhes”, diria mais tarde.
Walt Sempre recordaria a fazenda pelo prisma da imigração de uma criança e sempre pensaria nela como um paraíso, apesar de seu tamanho modesto. Brincadeiras não faltavam: havia raposas, coelhos, esquilos e guaxinins. E havia passarinhos. Dos 45 acres, cinco eram ocupados por um pomar, onde havia macieiras, pessegueiros e ameixeiras, além de videiras e amoreiras. “Tínhamos tipos de maçãs de que nunca se ouviu falar” recordou-se Walt. ” Era simplesmente um paraíso para as crianças da cidade” disse Roy, exatamente o que Elias pretendia que fosse.
E porque a casa ficava no campo, tudo parecia celestial, mesmo quando não era. A casa de fazenda de um andar em que os Disney viviam era de construção grosseira, tão apertada que a sala de estar nos fundos teve de ser convertida em quarto de dormir para Herbert e Ray. Mas rodeada de vegetação, “um lugar muito bonito” disse a tia de Elias. Walt disney recordou, “qualquer coisa que tivesse ligação com Marceline era um prazer para nós”.
Walt sempre se referia a essa época como seus dias lenientes. Ele não entrou para a escola aos sete anos, porque, segundo contou, não havia ninguém para levá-lo e porque sus pais decidiram que poderia esperar mais um ano para acompanhar sua irmã, Ruth, quando ela fosse à escola.
Mas, de qualquer maneira, a escola não lhe pareceu muito atraente, exceto como um palco para atuar e sua única recordação da educação em Marceline foi uma traquinagem: quando sua professora pediu que as crianças trouxessem varas finas e flexíveis para usar nos estudantes de mau comportamento, Walt, disfarçadamente, pôs uma vara mais grossa de madeira sobre a mesa dela, sabendo, segundo confessou, que arrancaria risadas dos colegas, e foi castigado pela professora com a citada vara.
Quando não estava na escola ou na fazenda, frequentemente passava as tardes pescando com os garotos da vizinhança. No inverno, deslizavam de trenó ou esquis no rio congelado, fazendo uma fogueira na margem para se aquecerem. Até os domingos não eram mais exclusivamente dedicados à igreja e à escola porque não havia igreja Congregacional em Marceline. Em vez disso, os Disney passavam o dia na casa de Taylor, pouco adiante, na mesma estrada, onde Elias tirava o violino do estojo e tocava com os vizinhos.
Mas Walt não amaria, lembraria e manteria vivas pelo resto de sua vida apenas as recordações da impressão acolhedora de Marceline ou dos ritos culturais de passagens que lá experimentou; ele lembraria também do espírito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam; ele lembraria também do espirito de comunidade. Em Marceline as pessoas se preocupavam e eram tolerantes umas com as outras, ” Tudo era feito com a ajuda da comunidade”, recordou Walt.
Não seria apenas da comunidade que ele se lembraria. Durante o tempo em que morou em Marceline, pela primeira e última vez, a numerosa família Disney foi presente na vida de Walt,e ele, claramente, sentia prazer com a atenção dos parentes. As frequentes visitas de tio Robert à propriedade de Elias eram, por sua vez, lembretes das pretensões em família.
Robert saltava do trem como se fosse um rei e era exatamente como agia em relação ao irmão mais velho. Ele mantinha uma carruagem na fazenda de Elias e esperava que este fosse buscá-lo. Se Elias ficava ou não ressentido, não se sabe. Mesmo assim, Walt gostava dessas visitas por causa da esposa de Robert, tia Margaret – a única tia, ele disse, que chamava de “titia”. Ela habitualmente lhe trazia presentes, um grande bloco de desenhos Big Chief e lápis.
Para a maioria das crianças, esses presentes teriam parecido perfunctórios. Para Walt, vieram a representar outra coisa importante que levou de Marceline: uma nascente consciência de si mesmo e o primeiro reconhecimento de seu talento. Walt apreciava artes e afirmou que se interessou pelo desenho “quase ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, segurei um lápis”. Mas foi só a partir das visitas de tia Margaret que começou a ser estimulado. “Ela costumava me fazer sentir como se eu realmente fosse um garoto maravilha!”, disse admitindo que tia Margaret tinha “jeito para bajular”.
A felicidade em Marceline só era sabotada por uma coisa: Elias Disney não tinha absolutamente nenhuma aptidão para administrar uma fazenda. As crianças Disney lembram que Flora tinha de colocar manteiga no fundo dos pães que distribuía entre eles para que o pai não visse consumir uma das fontes de renda da família.
Se o dinheiro foi o que derrotou Elias, foi o dinheiro também que separou a família Disney. Em 1907, Herbert e Ray tinham combinado com o tio Robert que plantariam um pouco de trigo em suas terras e, naquele outono, receberam a ajuda de vizinhos para colher a safra. Elias perguntou aos filhos o que pretendiam fazer com o dinheiro e um deles disse que ia comprar um relógio de algibeira. Elias ficou fulo com a concessão de luxo e disse que ele próprio ficaria com o dinheiro para ajudar a pagar a fazenda. “Aquela foi a gota d”água”, disse um vizinho. Naquele mesmo dia, Herbert e Ray retiraram seu dinheiro do banco e, à noite, saíram por uma janela da casa da família e pularam para dentro de um trem ruma a Chicago. A ofensa causada por sus partida foi tão profunda que, quase cem anos depois, membros da família ainda hesitavam em discutir o incidente.
Os irmão foram para Kansas City, onde tio Robert conseguiu um emprego para eles. De vez em quando os dois visitavam os pais em Marceline, mas a ferida nunca fechou completamente. Quando mandavam suas roupas velhas para que a mãe as reformasse para Roy e Walt, Herbert e Ray, às vezes, punham dentro de um bolso um pedaço de tabaco de mascar, sabendo que isso provocaria o moralismo do pai.
Sem a ajuda de Herbert e Ray, a fazenda se tornou um fardo ainda mais pesado. Elias, que trabalhava duro, atribuía as adversidades ao sistema, que forçava os fazendeiros a comercializar as safras por meio de atravessadores e monopólios, que ficavam com os lucros que, ele acreditava, os próprios fazendeiros mereciam. Um mês após a partida de seus filhos, Elias e M.A. Coffman, o vizinho da família, fundaram a seção local da American Society of Equity, que descreviam como um sindicato de fazendeiros. O envolvimento de Elias logo rotulou-o como “radical”, segundo um vizinho.
Mas o radicalismo de Elias era uma desculpa, não um remédio. A fazenda o derrotou. A queda dos preços das safras em todo país o pressionou. Além disso, no início daquele ano, ele caíra doente com febre tifoide ou difteria, o que o deixou fraco e incapaz de trabalhar. Flora estava convencida de que a doença era causada pelas preocupações e insistiu para que vendesse a fazenda. No outono, ele efetuou a venda, e em novembro daquele ano, Elias fez um leilão para vender seus animais e implementos agrícolas.
Os Disney mudaram-se para uma casa pequena, de quatro aposentos, na avenida Kansas para que as crianças pudessem completar o ano escolar enquanto Elias se recuperava. Mas a Marceline em que viviam agora era um lugar muito diferente daquele onde haviam chegado cinco anos antes. Esta Marceline não seria, entretanto, a Marceline que Walt Disney recordaria. Sua cidade era rústica e a se tornaria mais rústica ainda em sua memória. Ele idealizou Marceline. “Sinto pena das pessoas que vivem em cidades grandes durante toda a vida”, disse mais tarde. “elas não têm uma cidadezinha natal. Eu tenho”. Seus sócios diziam que as recordações que Walt tinha da cidade, dos acontecimentos e dos animais eram quase completas.
Como o próprio Disney admitiu, os efeitos de Marceline eram sentidos até mesmo em seus primeiros desenhos animados, na preocupação com a vida na fazenda e com os animais. Era como se Marceline fosse um exemplo de como a vida supostamente deveria ser. Ele estava tentando recriar a cidade. Anos depois falando com grande entusiamos sobre a vida no campo, Walt disse “é um sentimento de liberdade em relação aos animais e às pessoas que vivem lá. Isso é o que se experimenta quando se vai para o campo. Escapa-se do mundo do dia a dia – da hostilidade e da luta. Escapa-se para onde tudo é livre e bonito”. Ele passaria o resto de sua via tentando recuperar essa sensação.
Continua….
Fonte: Walt Disney – O triunfo da imaginação Americana de Neal Gabler, Editora Novo Século.
Pouca Gente sabe da existência de uma cidade na Flórida, muito charmosa, fundado pelos espanhóis no mesmo ano em que os portugueses fundaram o Rio de Janeiro: 1565. Também poucos imaginam que essa cidade é a mais antiga dos Estados Unidos! Chama-se Saint Agustine e fica à beira do Rio Matanzas, em frente ao Oceano Atlântico, a duas horas de carro de Orlando, perto da fronteira com o Estado da Geórgia. Que tal alugar uma casa em Orlando e explorar esses tesouros históricos da Flórida?
Saint Agustine é quase perfeita pela mistura das culturas espanhola e americana, monumentos históricos, tradições seculares, um toque sulista indisfarçável em sua arquitetura, culinária e gente conhecedora da arte de receber bem o visitante. A cidade é para ser conhecida a pé, mas você pode optar por explorá-la em um trem ou em uma carruagem (à moda antiga).
A rua principal, a Saint George Street, é apenas para pedestres e congrega um comércio variado: lojas de artesanato, sorveteria e galerias de arte. Nessa rua você encontra ainda a filial do restaurante mais antigo em atividades dos EUA, o Columbia, de Tampa, onde fica o Bush Gardens, fundado em 1895.
Calçadão e Fortaleza – Paralela à Saint George corre a Menedez Ave., com uma ampla calçada beirando o Rio Matanzas de um lado, e do outro restaurantes coloridos em cujos menus imperam os frutos do mar, principalmente os camarões. Ao sul, esta avenida faz limite com a bela Ponte dos Leões, que liga o centro da cidade à ilha Anastasia, onde se encontra o farol e museu de Saint Augustine e a fazenda do Jacaré (Alligator Farm)
No final norte da Menedez Ave., está o Castillo de San Marcos, erguido pelos espanhóis entre 1672 e 1695. Durante mais de 330 anos, as muralhas construídas com coquina, uma pedra branca feita de conchas e corais, jamais foram penetradas pelos inimigos. O Castillo de San Marcos fica aberto diariamente para a visitação, das 8h45 às 17h15.
Saint Agustine ainda tem como atrações o Museu do Pirata e do Tesouro, que exibe objetos de três séculos de pirataria no Caribe e na costa da Flórida; o Forte Matanzas, também construído pelos espanhóis; e o Parque e Jardins Washington Oaks, um lugar delicioso, com carvalhos centenários, jardins de rosas e belas vistas do Rio Matanza e do Oceano Atlântico.
Então se você for à Flórida, alugue um carro e não deixe de conhecer esta incrível e charmosa cidade de Saint Agustine.
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A Casa na Disney, toda semana, mostra para você diferentes curiosidade sobre a cidade mágica da Flórida, e esta semana trouxemos mais cinco curiosidades para você ficar por dentro de tudo que acontece em Orlando!
1-Walt Disney faleceu em 1966, cinco anos antes da inauguração do Magic Kingdom, e não viu sua obra prima
Foto de Walt Disney, para a revista LIFE, ao lado de suas criações.
2- O “Mickey’s PhilharMagic“, atração do Magic Kingdom, conta com a maior tela de projeção com exibição regular do mundo, medindo 46 m de comprimento e 8,5 de altura.
Palco onde localiza-se a tela de projeção do “Mickey’s PhilharMagic“
3-Em Janeiro de 2011, menos de sete meses após a inauguração do The Wizarding World of Harry Potter, a Universal Orlando alcançou a marca de 1 milhão de cervejas amanteigadas vendidas. Um sucesso!
A famosa ButterBeer (cerveja amanteigada), vale a pena experimentar.
4-Há um telefone em frente à atração The Amazing Adventures of Spider-Man, na Island of Adventue, que, de brincadeirinha, contata a Liga da justiça.
Entrada da atração The Amazing Adventures of Spider-Man
5-Com moedinhas de centavos de dólar é possivel carregar arminhas de água para acertar quem está a bordo dos barquinhos do brinquedo Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers, na Island of Adventure.
Entrada da atração Popeye & Bluto’s Bilge-Rat-Burgers
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Hoje os visitantes do Magic Kingdom poderão participar da primeira “Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party” de 2012. Será uma noite de muita diversão e o evento começa às 7pm.
A festa é um evento especial realizado em algumas noites no parque e é necessária a compra de um ingresso para o evento. A festa inclui Doces-ou-Travessuras (para crianças de todas as idades), apresentações do Mickey “Boo to You Parade” e “Happy HalloWishes” , personagens da Disney em trajes de Halloween e muito mais.
O blog oficial da Disney divulgou imagens da atração Under The Sea – Journey of the little Mermaid que vai funcionar na nova Fantasyland. A atração é dedicada à sereia e princesa Ariel e ao príncipe Eric. A inauguração será em Dezembro de 2012!